16 de mai de 2009

Holocausto

Em meio ao terror do caos
Nada pode se sentir
Sem o alcance da demência
Refugiada nos olhos
De uma criança moribunda


O que faz do mundo
Uma navalha impiedosa?
O que fazem as pessoas
Vitimas de sua ignorância?
Como abutres feridos
Eles clamam pelo inferno...
Mas o inferno não existe


O inferno é a mente suja
De tudo de podre
Desse mundo doentio
Aos que bebem
Do sangue dos inocentes


Aos que morrem
Por esse mundo profano
Aos que disputam
O trono do nada


Aos que nada são
Em meio ao próprio caos


[Terça, 06 junho de 2006]

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